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Organizações que vivem de doação pulverizada

Para quem vive de muita gente doando pouco, sem virar estatística

Quem vive de doação pequena e recorrente vê cada doador virar um número no extrato, até sumir sem ninguém notar. O que muda com o histórico de cada doador.

O OnGuia ainda não abriu ao público. Esta página descreve o que muda no lançamento para este recorte. Nenhuma tela do produto aqui é ilustração: onde ainda não há captura real, a página simplesmente não mostra a tela.
Ilustração: moedas de vários tamanhos caem num pote azul. Do pote saem fios até uma fileira de fichas, com desenhos de folha, estrela, onda e gota, e uma ficha à parte tem um envelope preso.
Ilustração: moedas de tamanhos diferentes caindo numa tigela de papel larga e sem divisórias, com fichas em branco espalhadas ao redor, nenhuma ligada a nenhuma moeda.

O extrato mostra vinte depósitos pequenos no mês, e cada um é só um número.

  • Quem doou e sumiu não vira informação

    Quem fez o segundo depósito? Quem apareceu em dezembro e nunca mais? A resposta está entre o aplicativo do banco e a lembrança de quem conversa com os antigos.

  • A campanha termina e sobra sentimento

    Ninguém declarou no início quanto precisava ser arrecadado, então não existe número contra o qual comparar.

  • O pedido do doador mora na cabeça de alguém

    Quem pediu para não receber mais mensagem, ou só por um canal, combinou isso numa ligação. Se essa pessoa sair da organização, o pedido sai junto.

Contexto do setor

Uma base de doadores é uma base de dados pessoais, e a lei manda que só se trate o que for necessário para a finalidade declarada. O titular tem direito de saber o que a organização guarda sobre ele, de corrigir, e de se opor ao tratamento, e esses pedidos precisam de um caminho que funcione, não de um combinado verbal.

A organização é a controladora desses dados e responde por eles: nenhuma ferramenta assume essa responsabilidade no lugar dela.

Fonte: LGPD (Lei 13.709/2018), art. 6º, III e art. 18

Isto descreve a regra do setor, não o que o OnGuia faz.

O que muda

Cada doador deixa de ser uma linha no extrato e passa a ter tipo, histórico e preferências de contato próprias, e o pedido dele vira estado do cadastro, não combinado verbal.

  • Pessoa, empresa e organização deixam de ser tratadas igual

    O cadastro separa o doador pelo tipo (pessoa física, pessoa jurídica, instituição, igreja), e o painel conta indivíduos, empresas e organizações à parte. Cada natureza pede uma conversa diferente, e a ficha reconhece isso.

  • O histórico de cada doador fica na ficha dele

    Toda doação lançada no financeiro com o nome do doador entra no histórico dele, com a data e o valor. Quem fez o segundo depósito, e quando foi o último, deixa de depender de alguém lembrar o nome de cabeça.

  • Campanha tem meta declarada antes, não avaliação de opinião depois

    A meta financeira é declarada ao criar a campanha, e a barra de arrecadação mostra o que entrou contra ela, recontado a partir das doações vinculadas à campanha. 'A campanha foi boa' deixa de ser uma impressão.

  • O pedido de contato do doador vira estado do cadastro

    Se o doador aceita receber comunicação, e por qual canal (e-mail, SMS, telefone ou WhatsApp), fica registrado na ficha dele, não combinado verbalmente com quem estava na diretoria naquele ano.

  • O doador se cadastra sozinho, com o consentimento registrado

    Pelo link público da organização, o doador preenche o próprio cadastro e aceita o tratamento dos dados. O cadastro chega como pendente, e a organização aprova antes de ele entrar na base.

Como isso aparece no produto

O OnGuia ainda não abriu para novas organizações. O que aparece aqui sai do produto rodando, nunca de tela desenhada. Onde a captura ainda não existe, o espaço fica reservado e declarado como pendente.

O doador que não vira só um depósito

Painel da organização

Pessoa, empresa e organização são naturezas diferentes de doador — e a conversa com cada uma também é.

A campanha que sabe se deu certo

Painel da organização

Campanha tem ciclo — planejamento, andamento, conclusão —, e o painel mostra em qual delas a organização está gastando energia agora.

Perguntas frequentes

Sim: um link de pagamento que aceita Pix, cartão e boleto. A doação paga por ele fica registrada na campanha e vinculada ao doador, quando ele se identifica, e dá para ter doação recorrente também. O dinheiro cai na conta de pagamento da própria organização, que ela conecta ao OnGuia.

Serve. Com poucas centenas de doadores, cada um ainda é conhecido pelo nome, e é por isso que o histórico faz falta no dia em que quem conhece todo mundo sai da organização.

Podem ser lançadas depois, uma a uma, com a data em que aconteceram e o doador vinculado. Não é rápido; o que muda de verdade é da próxima campanha em diante, quando o registro nasce junto com a doação em vez de ser reconstituído depois.

Cada campanha tem tipo e meta próprios (arrecadação, distribuição, capacitação ou sensibilização) e reúne as doações vinculadas a ela. Um doador pode aparecer em mais de uma campanha ao longo do tempo, e o histórico dele continua um só.

Não, e nenhuma tela do OnGuia deve ser lida como parecer contábil ou jurídico. O sistema organiza e dá rastreabilidade ao que a organização faz; a responsabilidade técnica continua de quem a assina.

Outros cenários

Entre na lista de espera

O OnGuia ainda não abriu para novas organizações. Deixe seus dados e avisamos por e-mail assim que a abertura acontecer, sem cobrança e sem compromisso. As primeiras organizações da lista terão condições especiais no lançamento.

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