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Organizações de defesa de direitos

Feito para quem defende direitos e precisa mostrar o que fez

Atendimento jurídico, acolhimento e incidência: resultado difícil de contar. O OnGuia registra o atendimento, e a organização define por papel quem vê a ficha.
O OnGuia ainda não abriu ao público. Esta página descreve a diferença desenhada para esta área.
Ilustração: um megafone de papel deitado de lado, ao lado de um maço de documentos dobrado e amarrado com barbante verde.
Ilustração: uma pasta azul fechada com um cadeado dourado, ao lado de um fichário verde aberto com quase todos os espaços vazios e uma única ficha em pé no meio.

Defender direito dá um trabalho que quase não deixa rastro — e financiador não financia o que não consegue ver.

  • O atendimento é sigiloso e por isso não é registrado

    O receio de expor quem procurou ajuda faz a equipe não anotar nada. O resultado é que a organização também não consegue provar, para si mesma, quanta gente atendeu.

  • Incidência política não cabe em número de atendidos

    Audiência pública, nota técnica, articulação em rede: é o núcleo do trabalho e não vira estatística. Quando o relatório pede resultado, sobra o que é mais fácil de contar, não o que é mais importante.

  • Quem acompanha o caso leva o caso embora

    Equipes pequenas e rotativas. Quando a pessoa que acompanhava sai, o histórico do caso sai junto, e quem chega recomeça a relação do zero.

Contexto do setor

Desenvolvimento e defesa de direitos é o terceiro maior grupo de área de atuação do terceiro setor brasileiro: 13,5% das entidades mapeadas pelo IBGE na edição de 2023, ou 80.260 organizações. É também um campo em que boa parte do trabalho é articulação e incidência — atividade cujo resultado não cabe bem numa contagem de pessoas atendidas.

O OnGuia não transforma incidência política em medida de impacto: o que ele guarda é o registro do que foi feito e quando, que não é a mesma coisa.

Fonte: IBGE — FASFIL 2023 · Desenvolvimento e defesa de direitos

Isto descreve a regra do setor, não o que o OnGuia faz.

O que o OnGuia faz por uma organização de defesa de direitos

Onde cada parte do trabalho fica registrada, e quem pode ver o dado de quem foi atendido.

  • O atendimento como ação social, com equipe e custo

    Em Ações Sociais, o atendimento entra com data e com os voluntários e colaboradores que participaram. O custo vem do Financeiro: cada saída pode ser rateada entre as ações, para apurar quanto cada uma custou.

  • A incidência como etapa do plano de trabalho

    No plano de trabalho do projeto, audiência, nota técnica e articulação entram como etapas do cronograma, e cada etapa pode apontar para uma meta com indicador, valor-alvo, prazo e meio de verificação. A audiência realizada entra como atividade da etapa, e o acompanhamento mostra quantas já foram concluídas.

  • A ficha de quem é acompanhado não sai com a equipe

    Na ficha do beneficiário, a aba Histórico mostra as atividades de que a pessoa participou, e a aba Comunicações, as mensagens que a organização enviou a ela. Quem chega à equipe encontra ali o que foi feito, sem depender de quem saiu.

  • Quem alterou cada ficha fica registrado

    Criar, alterar ou excluir um beneficiário entra na trilha de auditoria, com quem fez e quando. A trilha mostra qual campo mudou, nunca o valor, e responde quem mexeu em cada ficha quando alguém perguntar.

  • Quem vê as fichas é decisão da organização

    Em Configurações, na aba Permissões, a organização define por papel quem pode visualizar, criar, editar ou excluir beneficiários. Quem não tem a permissão não recebe os dados.

Perguntas frequentes

Os dados pessoais ficam na ficha do beneficiário, e a organização define por papel quem pode vê-la. Vale saber o limite: a permissão vale para o módulo inteiro, não para cada caso, então quem pode ver beneficiários vê todas as fichas. E a trilha de auditoria registra quem criou, alterou ou excluiu, não quem só abriu a ficha. O que registrar e por quanto tempo guardar é decisão da organização, que responde como controladora desses dados, e a LGPD limita essa decisão ao necessário para a finalidade.

Dá, como etapa do plano de trabalho de um projeto, que pode apontar para uma meta com indicador e meio de verificação. A audiência realizada entra como atividade da etapa. Não vira número de pessoas atendidas, e não deveria virar: o que fica é o registro do que foi feito e quando.

O que a rotina de quem defende direitos precisa guardar cabe em módulos que o OnGuia já tem: o atendimento em Ações Sociais, a incidência no plano de trabalho de Projetos e quem é acompanhado em Beneficiários. Cada ação social é classificada numa área de impacto, e Direitos Humanos é uma delas. Não existe um módulo feito só para defesa de direitos: esta página mostra onde cada parte do trabalho entra.

Não, e nenhuma tela do OnGuia deve ser lida como parecer contábil ou jurídico. O sistema organiza e dá rastreabilidade ao que a organização faz; a responsabilidade técnica continua de quem a assina.

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O OnGuia ainda não abriu para novas organizações. Deixe seus dados e avisamos por e-mail assim que a abertura acontecer, sem cobrança e sem compromisso. As primeiras organizações da lista terão condições especiais no lançamento.

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