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ONGs de proteção animal

Feito para quem cuida de bicho abandonado

Cada animal com ficha própria, histórico de saúde e tutor registrado. Se a organização quiser, ganha uma vitrine de adoção na página pública.
O OnGuia ainda não abriu ao público. Esta página descreve a diferença desenhada para esta área.
Ilustração: três casinhas de papel lado a lado, uma azul, uma amarela e uma verde. Em cada porta redonda há um animal — um cachorro, um gato e um coelho — e, pendurado por um barbante embaixo de cada casinha, um cartão em branco.
Ilustração: quatro potes de papel espalhados longe uns dos outros numa superfície larga, cada um com um cartão em branco virado para baixo ao lado, sem nenhum caminho ligando um ao outro.

Proteção animal não é só cuidar de quem já está no abrigo. É saber, de cada animal, onde ele está agora.

  • O estado de cada animal vive espalhado

    Resgatado, em tratamento, em lar temporário ou já adotado: a informação costuma estar dividida entre a memória de quem alimenta, o grupo de mensagens dos voluntários e uma planilha que ninguém atualiza toda semana.

  • A resposta depende de achar a pessoa certa

    Quando alguém pergunta se um animal específico já foi vacinado, ou quem ficou responsável por ele depois da adoção, quem sabe é uma pessoa, não um registro que qualquer voluntário consiga consultar.

  • Quem quer adotar não tem onde olhar

    A lista de animais disponíveis vive em publicações que descem no feed, e refazer essa vitrine toda semana é trabalho que quase nenhuma organização pequena consegue sustentar.

Contexto do setor

A lei de dados protege pessoas, não bichos. Mas a ficha de um animal costuma carregar dado de gente, como quem entregou o animal ou onde ele foi achado. Publicar essa ficha numa página aberta é tratar esse dado, e a lei manda que só apareça o que for necessário para a finalidade declarada (LGPD, art. 6º, III). Na prática isso separa duas coisas que costumam morar na mesma ficha de papel: o que ajuda alguém a decidir adotar, e o que existe para o cuidado interno: local do resgate, quem entregou o animal, o número do microchip.

Nenhuma ferramenta decide no lugar da organização o que é necessário publicar. A responsabilidade pelo tratamento continua de quem o realiza.

Fonte: LGPD (Lei 13.709/2018), art. 6º, III

Isto descreve a regra do setor, não o que o OnGuia faz.

O que o OnGuia faz por uma organização de proteção animal

O que a sua operação precisa guardar para responder, a qualquer momento, onde cada animal está e quanto ele custou.

  • A ficha de cada animal, com estado e histórico

    Resgatado, em tratamento, em lar temporário, disponível para adoção ou adotado: cada mudança de estado fica registrada com data, e o histórico responde sozinho o que aconteceu.

  • A vitrine de adoção na página pública

    O animal disponível que a organização escolher aparece na página pública dela com nome, espécie, porte, sexo, foto e uma descrição escrita por quem cuida dele.

  • O interesse em adotar chega por formulário

    Quem se interessa preenche um formulário na própria página, e a manifestação cai na caixa de interesses em adoção para a organização avaliar, com o consentimento registrado.

  • O tutor e o lar temporário ficam no registro do animal

    Quem acolhe o animal em lar temporário (um voluntário da organização) e quem ficou responsável depois da adoção fazem parte do registro, não da memória de quem acompanhou.

  • O custo de cada animal, somado de verdade

    O gasto veterinário (vacina, consulta, castração) e o consumo de estoque ficam ligados ao animal, e a ficha soma os dois num custo total, em vez de diluí-lo no total do abrigo.

  • A campanha da ração, da castração ou do resgate

    A doação lançada fica ligada à campanha e a quem doou: a campanha reúne os lançamentos dela, e o histórico de doações do doador mostra que aquela doação foi para uma campanha.

Perguntas frequentes

Sim. Animais é um módulo opcional, que quem administra a organização liga em Configurações, na aba Módulos. Ligado, o menu ganha Animais, a ficha de cada animal traz as abas de dados, saúde, fotos e consumo de estoque, e a organização decide, animal por animal, quais aparecem na vitrine pública.

Público: nome, espécie, porte, sexo, uma foto e a descrição que a organização escrever para quem quer adotar, num campo próprio, separado das observações internas. Interno, e nunca exposto: as observações de triagem, o histórico de saúde, o microchip, o local do resgate e os dados do tutor ou de quem está com o animal em lar temporário.

O registro da adoção guarda a data, o tutor responsável e, se a organização quiser, o arquivo do termo que ela já usa; a passagem para adotado entra no histórico do animal. Se houver devolução, a data e o motivo ficam registrados, e o mesmo animal volta ao ciclo. O texto do termo, o contrato e a visita de acompanhamento continuam sendo da sua organização: o OnGuia guarda o registro, não substitui essa etapa.

Não, e nenhuma tela do OnGuia deve ser lida como parecer contábil ou jurídico. O sistema organiza e dá rastreabilidade ao que a organização faz; a responsabilidade técnica continua de quem a assina.

Entre na lista de espera

O OnGuia ainda não abriu para novas organizações. Deixe seus dados e avisamos por e-mail assim que a abertura acontecer, sem cobrança e sem compromisso. As primeiras organizações da lista terão condições especiais no lançamento.

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