A ficha de cada animal, com estado e histórico
Resgatado, em tratamento, em lar temporário, disponível para adoção ou adotado: cada mudança de estado fica registrada com data, e o histórico responde sozinho o que aconteceu.
ONGs de proteção animal


Resgatado, em tratamento, em lar temporário ou já adotado: a informação costuma estar dividida entre a memória de quem alimenta, o grupo de mensagens dos voluntários e uma planilha que ninguém atualiza toda semana.
Quando alguém pergunta se um animal específico já foi vacinado, ou quem ficou responsável por ele depois da adoção, quem sabe é uma pessoa, não um registro que qualquer voluntário consiga consultar.
A lista de animais disponíveis vive em publicações que descem no feed, e refazer essa vitrine toda semana é trabalho que quase nenhuma organização pequena consegue sustentar.
Contexto do setor
A lei de dados protege pessoas, não bichos. Mas a ficha de um animal costuma carregar dado de gente, como quem entregou o animal ou onde ele foi achado. Publicar essa ficha numa página aberta é tratar esse dado, e a lei manda que só apareça o que for necessário para a finalidade declarada (LGPD, art. 6º, III). Na prática isso separa duas coisas que costumam morar na mesma ficha de papel: o que ajuda alguém a decidir adotar, e o que existe para o cuidado interno: local do resgate, quem entregou o animal, o número do microchip.
Nenhuma ferramenta decide no lugar da organização o que é necessário publicar. A responsabilidade pelo tratamento continua de quem o realiza.
Fonte: LGPD (Lei 13.709/2018), art. 6º, III
Isto descreve a regra do setor, não o que o OnGuia faz.

O que a sua operação precisa guardar para responder, a qualquer momento, onde cada animal está e quanto ele custou.
Resgatado, em tratamento, em lar temporário, disponível para adoção ou adotado: cada mudança de estado fica registrada com data, e o histórico responde sozinho o que aconteceu.
O animal disponível que a organização escolher aparece na página pública dela com nome, espécie, porte, sexo, foto e uma descrição escrita por quem cuida dele.
Quem se interessa preenche um formulário na própria página, e a manifestação cai na caixa de interesses em adoção para a organização avaliar, com o consentimento registrado.
Quem acolhe o animal em lar temporário (um voluntário da organização) e quem ficou responsável depois da adoção fazem parte do registro, não da memória de quem acompanhou.
O gasto veterinário (vacina, consulta, castração) e o consumo de estoque ficam ligados ao animal, e a ficha soma os dois num custo total, em vez de diluí-lo no total do abrigo.
A doação lançada fica ligada à campanha e a quem doou: a campanha reúne os lançamentos dela, e o histórico de doações do doador mostra que aquela doação foi para uma campanha.
O OnGuia ainda não abriu para novas organizações. Deixe seus dados e avisamos por e-mail assim que a abertura acontecer, sem cobrança e sem compromisso. As primeiras organizações da lista terão condições especiais no lançamento.