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Entidades beneficentes de saúde

Feito para quem precisa provar a gratuidade que pratica

Quem se certifica pelo SUS ou pela gratuidade comprova contrapartida em percentual. O OnGuia registra no ano quem foi atendido, se foi de graça e quanto custou.
O OnGuia ainda não abriu ao público. Esta página descreve a diferença desenhada para esta área.
Ilustração: um disco de papel dividido em duas fatias desiguais, apoiado no prato de uma balança simples, com uma lupa de papel pairando sobre a fatia menor.
Ilustração: três gavetas de papel abertas em alturas diferentes, cada uma com um papel solto dentro, e uma bandeja vazia esperando embaixo.

Para quem se certifica pelo SUS ou pela gratuidade, a contrapartida não é uma intenção declarada — é um percentual que alguém vai conferir.

  • O número vive espalhado entre setores

    Atendimento, faturamento e contabilidade guardam pedaços da mesma conta. Fechar o percentual do ano exige juntar três fontes que nunca foram desenhadas para conversar.

  • A gratuidade é decidida no atendimento e cobrada no ano seguinte

    Quem atende não está pensando em comprovação. Quando a exigência chega, o que ficou sem classificação na hora vira estimativa — e estimativa não sustenta certificação.

  • O custo do atendimento se perde nas despesas da casa

    A conta de luz, o material e o aluguel saem do caixa como despesa geral. Quando alguém pergunta quanto custou o atendimento prestado de graça, ninguém sabe como dividir.

Contexto do setor

Na área da saúde, dois caminhos de certificação se medem em percentual. Pela prestação de serviços ao SUS, a entidade comprova anualmente o percentual mínimo de 60%. Pela aplicação de receita em gratuidade, o percentual exigido varia conforme quanto ela já presta ao SUS: 20% quando não há interesse de contratação pelo gestor local ou a prestação fica abaixo de 30%, 10% de 30% até menos de 50%, e 5% a partir de 50%.

Esses percentuais não mudaram com a LC 187 — vêm de antes. E o cálculo que vale para a certificação é o do regulamento e do contador da entidade, não uma conta de tela.

Fonte: LC 187/2021, arts. 9º e 12

Isto descreve a regra do setor, não o que o OnGuia faz.

O que o OnGuia faz por uma entidade beneficente de saúde

O que a equipe registra no dia a dia para chegar ao fim do ano com os atendimentos, a gratuidade e o custo já anotados, em vez de reconstituídos de memória.

  • O atendimento fica na ação social, com a gratuidade marcada

    Quem foi atendido e quem da equipe participou ficam na própria ação social, e cada beneficiário fica marcado como atendido de graça ou não, no mesmo registro do trabalho.

  • A despesa dividida entre as ações sociais que ela pagou

    Ao lançar uma saída — a conta de luz, o material, o aluguel —, a equipe divide o valor entre as ações sociais que ela custeou. O custo de cada ação vira soma dos lançamentos, e não estimativa de fim de ano.

  • O Relatório de Impacto Social sai do que já foi registrado

    Pessoas atendidas e custo, por período e por área de impacto, somados a partir das ações sociais e exportados em PDF ou Excel, sem uma segunda apuração no fim do ano.

  • O CEBAS registrado, com o número do ato

    A certificação que a entidade já tem fica registrada com o número do ato e a data de concessão, no mesmo sistema do resto da operação.

  • A IA sugere um valor de referência para o atendimento

    A partir da descrição da ação social, a IA sugere um valor aproximado de mercado para o serviço, com uma ou duas frases de justificativa. É sugestão: a equipe aplica ou descarta, e nada entra sozinho.

Perguntas frequentes

Não. O que ele guarda ao longo do ano é o registro do trabalho: quem foi atendido em cada ação social, quais atendimentos foram de graça e quanto cada ação custou. Pessoas atendidas e custo saem somados por período no Relatório de Impacto Social. O cálculo que a certificação aceita segue o regulamento e a responsabilidade técnica de quem assina a contabilidade.

Sim. Nada do que o OnGuia registra depende de contrato com o SUS: a ação social, os beneficiários atendidos e o custo de cada ação ficam registrados do mesmo jeito, qualquer que seja o caminho de certificação da entidade.

Cada ação social leva a sua área de impacto, e o Relatório de Impacto Social separa pessoas atendidas e custo por área. O atendimento de saúde não se mistura com a turma de reforço escolar nem com a distribuição de cestas.

Não, e nenhuma tela do OnGuia deve ser lida como parecer contábil ou jurídico. O sistema organiza e dá rastreabilidade ao que a organização faz; a responsabilidade técnica continua de quem a assina.

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